Gestão de processos

Entenda a importância da Tecnologia da Informação

Escrito por Telium

Agilidade, eficiência, experiência positiva do cliente. Essas são algumas das palavras de ordem para as empresas que querem sobreviver na era digital. São metas que só podem ser alcançadas se as organizações se atentarem para a importância da TI.

E não para por aí. Outras necessidades vêm a reboque de uma realidade de competição agressiva e de clientes cada vez mais exigentes: redução de custos, alocação inteligente de recursos, racionalização de processos, maior produtividade das equipes, redução de tempo de resposta aos clientes.

A lista é extensa e não é exaustiva! A cada dia aparecem novas demandas e as empresas precisam se reinventar para oferecer o que o mercado pede. Tudo ditado pelo ritmo digital, tudo totalmente dependente da TI, tudo voltado para inovações tecnológicas e também de logística.

Nesse cenário, as vedetes são a Cloud Computing, o compartilhamento de recursos em modelos de outsourcing de TI, a mobilidade e a atuação colaborativa. Neste post, vamos compreender um pouco mais sobre a importância da tecnologia para o meio empresarial contemporâneo. Acompanhe conosco!

Os impactos da TI nos processos online

Em um mundo cada vez mais voltado para a mentalidade digital, a TI exerce um papel essencial: o de viabilizar uma profunda mudança nos padrões, métodos e ferramentas de trabalho.

Para atender ao novo contexto, as empresas têm precisado adaptar seus processos, tornando-os mais ágeis, com fluxos automatizados e comunicação fluida entre departamentos e com os clientes e fornecedores.

O atendimento dessas necessidades, em grande parte, se dá via TI. É ela que está presente em diversos aspectos empresariais, trazendo produtividade e mais eficiência aos negócios. As soluções vão desde gestão de bancos de dados, mensageria, contato com o cliente, comunicação interna e telecomunicação corporativa até geração de informações gerenciais e gestão de processos.

Outro ponto marcante é a materialização dos benefícios da era da informação para o negócio. Com soluções de Business Intelligence e Big Data, por exemplo, as empresas têm um verdadeiro mapa da mina em suas mãos. Grandes volumes de dados são coletados, em tempo real, e transformados em análises que subsidiam decisões estratégicas.

Com todo esse arcabouço de possibilidades, o resultado tem sido a disponibilização de produtos e serviços alinhados com a realidade e necessidade do cliente. Muito do que hoje é colocado no mercado, em todos os nichos, já “sai de fábrica” modelado para que o ponto de contato com o cliente e o meio de realizar negócios seja uma plataforma digital.

Ou seja, a TI é a base para a metamorfose empresarial que traz uma tendência irreversível de digitização, exatamente como o atual perfil de cliente espera, prefere e consome.

Um caso clássico da presença da TI é a robustez que hoje se vê nos sistemas de CRM. Como eles são alimentados a todo momento com interações do cliente em redes sociais ou nos canais de relacionamento com a empresa, ofertas apropriadas podem ser direcionadas ao cliente certo, na hora certa.

Além disso, quando a empresa tem real noção das dores do cliente, percebida em suas manifestações e “rastros” deixados em ambientes digitais, é mais fácil adequar seus produtos e serviços e também seus processos internos, para que subsidiem entregas aderentes às expectativas de cada tipo de cliente.

Outro “case” cada vez mais usual nas empresas é a adoção de softwares de gestão integrada, que permitem o uso de plataformas digitais para controle de processos, unificação de bases de dados e condução de atividades do dia a dia.

Essas soluções atendem a diversos departamentos simultaneamente, desde vendas, estoque, contabilidade, financeiro, logística, relacionamento com o cliente, jurídico e gestão de pessoas.

Em muitos casos, a ferramenta fica disponível na cloud e é acessada remotamente pelos profissionais de vários setores da empresa, mediante autenticação de usuário e disponibilidade de funcionalidades conforme controle de acesso previamente definido.

1. Como ficam os processos internos na era digital

Por falar em processos internos, talvez esteja aí o maior impacto da TI. Ela reduz desperdícios, elimina gargalos e sombreamentos, simplifica fluxos, diminui falhas, encurta o tempo de resposta ao cliente, unifica bases de dados, dá transparência à comunicação interna e externa, permite melhor alocação de recursos e ainda reduz custos.

Soluções que contribuem para essa nova realidade são as de telefonia corporativa, armazenamento em nuvem, compartilhamento de infraestrutura, servidores dedicados ou virtualizados, links de dados de alta velocidade, e-mail corporativo com multifuncionalidades.

Nesse cenário, outras tendências vêm ganhando escala, como a Internet das Coisas (IoT) — que representa a conexão entre pessoas/empresas e dispositivos — e o Bring your own Device (ByoD), que prevê o uso de equipamentos tecnológicos pessoais em ambientes corporativos.

Tudo isso é só uma síntese da nova realidade empresarial, imersa nas benesses da TI. Tudo isso é só uma mostra do que a tecnologia é capaz de fazer. Tudo isso é apenas uma “deixa” para afirmar: o mundo já é digital e as empresas que não se prepararem para essa condição estão fadadas ao fracasso.

2. O planejamento de TI em uma organização

Prover uma empresa de insumos e ferramentas para suporte à gestão empresarial, nos últimos tempos, é uma responsabilidade que tem recaído sobre a TI. É dela que se esperam informações gerenciais para tomada de decisão. É dela que virão soluções tecnológicas – software e hardware – para prover processos de todas as naturezas.

Isso está diretamente relacionado à noção de que, hoje, a TI não é mais um centro de custo, mas sim algo que sustenta o negócio. Indo mais além, já é comum ouvir a expressão “a TI é o negócio”, independente do ramo de atuação da empresa.

Para ter condições de atender a uma demanda tão significativa, não basta estar atenta ao planejamento estratégico global. É preciso traçar um plano próprio da TI, com um olho na necessidade do negócio e outro na área de tecnologia corporativa.

Dessa evolução da visão empresarial, decorreu a consolidação de um documento comumente chamado de Planejamento Estratégico de TI (PETI). Nele, são traçadas metas de realizações da tecnologia da empresa. O diferencial é que não se tratam de metas com fim em si mesmas, são objetivos espelhados em alvos estratégicos da empresa.

Para exemplificar, se uma empresa do ramo financeiro define como propósito de médio prazo transformar seu modelo de negócio, tornando-o digital, a TI deverá planejar as ações para suportar essa “virada de chave”.

Esse é um bom caso para confirmar a assertiva de que, nos dias atuais, a TI é o próprio negócio. Note que o exemplo foi de uma empresa do setor econômico, mas sem a tecnologia ela não alcançaria a visão de futuro de se tornar um empreendimento digital.

Mas o planejamento de TI não se atém apenas ao desenvolvimento de soluções para apoiar as atividades corporativas. Também deverá contemplar a capacidade e a disponibilidade dos recursos tecnológicos necessários para a continuidade dos negócios.

Nesse ponto, algumas soluções de terceirização vêm ganhando espaço. As modalidades de Infraestrutura como Serviço (IaaS) e Software como Serviço (SaaS), por exemplo, são cada vez mais usadas para processos operacionais e para a gestão das empresas clientes. Nesse modelo, tanto inteligências quanto infra são compartilhados na nuvem e a empresa contratante paga apenas pelo o que usou.

Com essa lógica, as empresas não precisam mais direcionar investimentos para aquisição de equipamentos de alta performance: elas podem usar o parque tecnológico que os fornecedores oferecem na cloud. Os clientes também não precisam mais manter equipes para desenvolvimento ou contratar fábricas de software: podem pagar por pacotes de uso de soluções prontas e customizáveis, onde módulos específicos são agregados de acordo com a necessidade do negócio do cliente.

Todas essas variáveis precisam ser pensadas previamente, de forma que o negócio nunca seja impactado pela insuficiência de respostas da TI. Por isso um planejamento específico é essencial, já que ele traduz em ações, prazos, responsáveis e recursos tudo o que é necessário para viabilizar a estratégia corporativa.

3. O papel do gestor de TI

Se a relevância do planejamento de TI ficou clara, vale ressaltar que sem o gestor de TI tudo pode ser colocado a perder.

Isso porque mais do que um documento formal e estático, a TI e o negócio precisam de dinamismo, de um olhar para as mudanças constantes, para a expectativa mutável do cliente, para os novos padrões de mercado.

Na realidade, esse papel é de todos dentro de uma organização. Mas o gestor de TI exerce uma função primordial, já que recai sobre ele a incumbência de propor métodos e ferramentas para sustentar processos operacionais e de gestão da empresa.

Além disso, ele assume a responsabilidade de compreender as necessidades das áreas negociais — gestores de produtos e serviços, de pessoas e de processos operacionais — e transformá-las em algo inteligível para a área técnica de TI. E o inverso também: ele é capaz de facilitar a interpretação do “tecniquês” pelas outras áreas.

Na prática, o gestor de TI exerce o seguinte escopo de funções:

  • Implementa boas práticas de governança tecnológica;
  • Administra a infraestrutura física e lógica que suporta o negócio;
  • Define regras de disponibilidade e utilização de sistemas;
  • Gerencia times de TI, implementando métodos ágeis e controle de entregas;
  • Atua no gerenciamento de serviços de TI, em geral dentro de algum framework de mercado, como Information Technology Infrastructure Library (ITIL), Control Objectives for Information and related Technology (Cobit) ou outros.

Para que a gestão de TI seja efetiva, algumas habilidades são necessárias no profissional. Acompanhe!

Espírito de liderança

O gestor de TI precisa não só ser capaz de organizar processos e demandas, mas também mobilizar pessoas em prol de resultados.

Para isso, é importante se comunicar com transparência, e, principalmente, com objetividade. Assim é mais fácil influenciar pessoas, articular recursos e desenvolver ideias favoráveis à organização.

Clareza do negócio

Só se gere bem aquilo que se conhece muito bem. Assim, o gestor de TI deve conhecer a fundo os negócios da empresa. Isso permitirá uma contribuição mais efetiva quanto à indicação de soluções ou prospecção de ferramentas inovadoras no mercado.

Uma forma de dominar a realidade do negócio é se inserir em toda a cadeia produtiva, coletar anseios das áreas e estar atento a cada feedback recebido.

Visão estratégica

Já foi dito aqui que o gestor ultrapassa a antiga atribuição de fazer com que o operacional funcione.

Hoje o gestor de TI assume papel estratégico e precisa dominar metodologias para gerenciar informação de forma que ela se torne um insumo para a tomada de decisões no negócio.

Perfil inovador

Tendências e oportunidades precisam sempre estar no radar do gestor de TI. Cabe a ele identificar novos caminhos para agregar valor ao negócio como um todo.

Tecnologias emergentes surgem a todo momento e estar aberto a recebê-las como fonte de soluções para os problemas enfrentados no dia a dia é uma atitude muito positiva.

Foco em resultados

Um bom gestor precisa acompanhar o desempenho de sua área e do empreendimento como um todo. Para isso, ele precisa monitorar indicadores que demonstram a evolução dos resultados de todo esforço empregado.

Isso vale para medir a performance de times, de sistemas, de infraestrutura. Deve ser aplicado também para avaliar a contribuição que a TI está dando para o negócio como um todo. Aliás, essa é uma forma bastante interessante de mensurar e apresentar o valor da TI na empresa.

Gestão de projetos

As melhores práticas de gestão de projetos devem fazer parte do “mindset” do gestor de TI. A dinâmica de identificação de necessidades do negócio, priorização de demandas e planejamento de ações para viabilizar as entregas que a empresa espera e precisa é um diferencial desse profissional.

O gestor que tem a prática de seguir cronogramas, delegar responsabilidades e acompanhar prazos, metas e resultados dão um salto de qualidade na área de TI e, como consequência, na empresa de forma global. Por isso vale a pena investir em capacitação em frameworks reconhecidos, como o Project Management Body of Knowledge (PMBoK).

O fato é que com o amadurecimento da visão sobre a TI dentro das empresas, o gestor dessa área deixou de focar apenas na entrega de soluções. Em uma linha evolutiva, passou a contribuir com estratégicas empresariais, com ideias de melhoria de processos e com a administração do negócio, apresentando propostas de inovações para transformar os padrões que já não dão mais os ganhos esperados.

4. A TI produz uma nova cultura organizacional

As empresas dessa nova era que alia informação e recursos digitais têm se deparado com uma questão impactante: os novos padrões exigem um redesenho também na cultura organizacional.

Isso fica claro quando se considera que um empreendimento é feito de pessoas. Sem elas, por mais que etapas sejam automatizadas e que haja inteligências cognitivas computacionais, o negócio não caminha.

E esse capital humano precisa estar confortável para dividir o espaço com as tecnologias e encará-las como adventos positivos, e não como ameaças.

É preciso que a mudança drástica na história das organizações trazida pela TI seja acolhida e potencializada. Assim, novas ideias e projetos devem ser desenvolvidos considerando oportunidades de vendas on-line, marketing digital, relacionamento com o cliente via mídias sociais, armazenamento em nuvem, uso compartilhado de infraestrutura tecnológica, colaboração e acesso a sistemas via dispositivos móveis.

Para garantir uma perfeita harmonia entre recursos humanos e tecnológicos, é fundamental que seja reforçada uma cultura organizacional de abertura para o novo, de aceitação de inovações e de reconhecimento do valor agregado pela TI.

Quando são identificadas e implementadas tecnologias adequadas às reais necessidades da empresa, a mudança da cultura interna ocorre de forma natural. A valorização da TI cresce e as pessoas se sentem motivadas a se qualificar para serem profissionais que sabem aproveitar o melhor que as tecnologias têm para oferecer.

5. A TI e o sucesso do negócio

“Encantar o cliente” é um dos jargões mais usados no atual meio empresarial. A partir disso, os gestores se empenham em traçar estratégias para cumprir essa complexa missão. Quando o nível de satisfação dos públicos de interesse aumenta, daí tem-se a real noção do que é ter um negócio de sucesso.

Os passos para se alcançar esse objetivo são muitos. Tudo começa no diagnóstico dos ambientes interno e externo, na análise de variáveis diversas, na identificação do cliente ideal, de seus anseios e expectativas.

Com esse retrato do que o negócio é, começam as análises para desenhar o caminho a ser perseguido para chegar no alvo estabelecido, ou seja, no que o negócio se transformará.

Esse hall de iniciativas aborda melhoria de processos, simplificação de fluxos, melhoria da experiência do cliente, incremento de competências organizacionais e… Governança de TI! Sem essa última, as anteriores não se viabilizam. Sem a TI, não há meios para o êxito de um negócio que pretende apresentar um diferencial, algo que o distinga da concorrência e convença o cliente a ser fiel.

Especialmente no paradigma digital, a inovação é um dos principais meios para se alcançar o sucesso de um empreendimento. Claro que inovar não se limita a implementar ferramentas tecnológicas, pode ser uma mudança em algum processo ou na forma de atender o cliente, mas o público atual se admira diante de adventos tecnológicos, sim.

Diante disso, pensar modelos de negócios de sucesso passa por vislumbrar estruturas digitais, plataformas online, ambientes colaborativos. E tudo isso só se materializa com os recursos que só a TI dispõe.

Sempre que um gestor apontar para a entrega de algo diferente, mais simples ou mais inteligente que o usual, implicitamente a tecnologia estará envolvida. Quando for demandada a melhoria da qualidade de algum produto e serviço ou da forma de relacionamento com o cliente ou aumento da produtividade, mais uma vez o apoio será dado pela TI. Qualquer caso de otimização em ambientes empresarias que formos citar, aqui, provavelmente passará pela interveniência da TI.

Então, o sucesso de um negócio e uma TI eficiente são indissociáveis. Um não existe sem o outro. É impossível alcançar o sucesso sem aproveitar os benefícios que a tecnologia traz, especialmente nas eras da informação e digital.

É por isso que é vital que as empresas e gestores se conscientizem dessa importância e da necessidade de se investir em tecnologia da informação, porque o que parece um custo se transforma, facilmente, em retorno garantido.

6. A relevância da TI é inquestionável

As ambições de um negócio só podem ser alcançadas se houver aprimoramento da gestão, otimização dos processos e transparência no relacionamento com o cliente.

Todas as essas necessidades são atendidas por soluções tecnológicas, que agregam soluções computacionais e infraestrutura de hardware.

Em um conceito um pouco mais amplo, a TI compreende, ainda, outras vertentes: pessoal especializado, gestão administrativa e de negócios, estrutura organizacional, gerenciamento de dados, desenvolvimento e implementação de sistemas e suporte, além de informações estratégicas.

Em um mundo globalizado, que enfrenta mudanças significativas em curtos intervalos de tempo, indivíduos e empresas precisam se remodelar a todo momento. Sem essa capacidade de transmutação, atender rapidamente às necessidades do mercado se torna uma tarefa árdua, praticamente impossível.

A engrenagem que permitirá essa modificação ágil é exatamente a TI, que vem suprir necessidades de coleta e análise de dados, gestão empresarial e atendimento satisfatório ao cliente.

Além disso, questões do dia a dia são simplificadas, com automação de tarefas, plataformas para comunicação interna, workflows para condução de processos, canais que permitem uma comunicação personalizada com o cliente e uma tomada de decisão muito mais segura.

Por tudo o que foi dito neste post e por toda a experiência que cada um de nós pode viver em ambientes corporativos, a única certeza é de que a importância da TI é indiscutível. Ou as empresas aprendem a lidar com essa realidade e direcionam esforços e investimentos para desfrutar de recursos robustos de TI ou correrão sérios riscos de verem seus negócios sucumbirem aos poucos… Até um dia desaparecerem.

A alegação de que hoje a TI é o negócio e não mais apenas um suporte a ele, faz algum sentido para você? Se sua resposta for afirmativa, você está no grupo de profissionais que tem a real dimensão do impacto das tecnologias no meio empresarial. Para manter-se atualizado sobre a estreita relação entre TI e o sucesso de um empreendimento, assine nossa newsletter! Continue lendo nossos posts!

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