Infraestrutura de TI

Servidores em Cloud: como essa demanda vem aumentando?

Escrito por Telium

 

O que até poucos anos atrás era visto como uma tendência, hoje vem retratando a Tecnologia da Informação: o famigerado Cloud Computing (computação em nuvem). Cada vez mais, aplicações (inclusive de Big Data), dados e serviços são executados nos servidores em Cloud, gerando expressivo aumento na demanda pela nuvem.

Conforme os gráficos publicados no site Statista, há uma previsão de quanto o Cloud Computing movimentará entre os anos de 2015 e 2020 (aumento superior a 100 bilhões de dólares). A tendência é de que os números se confirmem, visto que 41% dos líderes de negócios planejam ampliar os investimentos em tecnologia na nuvem.

São muitos os motivos que levam as empresas a migrar para a nuvem, como a melhoria nos processos; mobilidade; segurança; escalabilidade; aumento de competitividade etc. Contudo, é importante que elas atentem para os diferentes tipos de Cloud e serviços disponíveis atualmente, para que, de fato, possam usufruir dessas vantagens.

Neste artigo, abordaremos o tema detidamente, explorando os mais relevantes aspectos de Cloud Computing, com o objetivo de ajudar o seu negócio a conhecer e escolher as melhores alternativas do mercado, além, é claro, de fornecer dicas valiosas sobre segurança e migração. Boa leitura!

Quais os principais tipos de Cloud disponíveis hoje em dia?

A computação em nuvem pode ser implementada na empresa a partir de 3 modelos, sendo eles: Public Cloud (nuvem pública), Private Cloud (nuvem privada) e Hybrid Cloud (nuvem híbrida). Vamos conhecer melhor os pilares dessa tecnologia?

Nuvem pública

A nuvem pública é o modelo de implementação mais comum, sobretudo entre as PMEs, devido ao baixo custo e à desnecessidade de investir numa infraestrutura de TI robusta.

Nela, todos os dados e aplicações são armazenados e executados via internet numa estrutura de Cloud fornecida pelo provedor de serviços; este, por sua vez, cobrará somente pelos recursos que o cliente utilizar (entre consumo de CPU, armazenamento, largura de banda e serviços adicionais).

A grande vantagem da nuvem pública está relacionada a custos de implementação, pois o gerenciamento da infraestrutura é feito pelo fornecedor, ou seja, o cliente está livre da aquisição e manutenção de equipamentos.

O acesso simplificado aos conteúdos armazenados no servidor em Cloud é também um atrativo e tanto para as empresas, já que eles podem ser acessados de qualquer local ou dispositivo — desde que haja conexão com a internet.

Nuvem privada

Diferentemente da nuvem pública, cujo serviço é fornecido por um terceiro, a nuvem privada tem como característica a infraestrutura física alocada dentro da empresa, o que a torna responsável pelo gerenciamento dos recursos de hardware e software.

Em termos de benefícios, tais como escalabilidade e autoatendimento, a nuvem privada é quase equivalente à pública. A diferença, no entanto, é o nível de segurança estabelecido — afinal, os recursos de Cloud são disponibilizados a usuários devidamente autorizados, com acesso à rede interna.

Além disso, embora a capacidade tecnológica dos fornecedores de nuvem pública seja quase infinita, ter os recursos dedicados é uma garantia de alta disponibilidade, pois, em vez de compartilhá-los com milhões de pessoas, haverá um número bastante restrito de usuários acessando-os.

Nuvem híbrida

A nuvem híbrida, como o próprio termo diz, consiste na combinação dos dois modelos citados anteriormente, permitindo que se explorem os benefícios de ambos e, com isso, se crie um modelo que atenda às necessidades de uma forma melhor.

Por exemplo, pode-se contar com o baixo custo para armazenar grande volume de dados e, ao mesmo tempo, com o alto nível de segurança para dados sigilosos.

Na prática, a empresa tem à disposição uma estrutura de Cloud dedicada e, ao mesmo tempo, um serviço de nuvem pública funcionando de forma independente, mas que podem se comunicar.

O hibridismo traz consigo novas possibilidades, as quais aproximam as empresas da inovação, estimulam a mobilidade corporativa, asseguram a alta disponibilidade e continuidade do serviço e, também, proporcionam segurança aos dados e aplicações críticas.

Como escolher a melhor alternativa em Cloud para uma empresa?

Naturalmente, cada um dos modelos de implementação de Cloud Computing se adéqua a diferentes objetivos e necessidades, o que faz da escolha algo bastante relativo e que requer planejamento.

Supondo que a empresa X, de pequeno porte, não tenha um departamento de TI altamente capacitado, mas queira subir os dados na nuvem para melhorar o desempenho da equipe interna, é certo que a nuvem privada não seria a melhor alternativa.

Contudo, se a empresa X pretende integrar à nuvem outros tipos de dados ou aplicações, considerados imprescindíveis para o funcionamento do negócio ou até mesmo sigilosos (dados de clientes, por exemplo), a demanda passa a ser outra. É o típico caso em que a nuvem híbrida é fortemente cogitada.

Para facilitarmos o processo de escolha, exploraremos um pouco mais as características de cada modelo, relacionando-as com possíveis necessidades e, assim, identificando as situações em que cada uma possa ser útil.

Nuvem pública: armazenamento de dados e aplicações pouco sensíveis

A nuvem pública é recomendada quando os dados e aplicativos em questão não são de missão crítica, bem como para hospedar plataformas de desenvolvimento de software ou, também, produtos e serviços de software executados diretamente da nuvem.

Isso porque os custos envolvendo a escalabilidade representam enorme vantagem, até pelo fato de serem calculados de acordo com o uso; além da facilidade de acesso, bastando a conectividade com a internet e credenciais para autenticação.

Nuvem privada: melhor gerenciamento, controle e segurança

A nuvem privada é ideal para empresas que executam tarefas que exigem certos cuidados quanto à segurança da informação, como transações financeiras e armazenamento de dados sigilosos, ou seja, operações que precisam ser cobertas por eficientes camadas de proteção (antivírus, firewall, políticas de segurança etc.).

Em outros casos, a nuvem privada é uma excelente alternativa para empresas que já têm um data center alocado, porque o investimento é substancialmente reduzido, bastando que os quesitos de segurança sejam reavaliados.

Nuvem híbrida: equilíbrio e estratégia

A nuvem híbrida é o modelo indicado para a maioria das implementações, principalmente após o choque de realidade causado pelos ataques de ransomware nos últimos anos, fazendo com que os líderes reconhecessem a importância de investir na segurança das informações sigilosas.

Exceto nas situações em que os dados não requeiram tamanha proteção, o modelo híbrido é, sem dúvidas, a melhor alternativa. Com ele, é possível aplicar estratégias para aproveitar os recursos, podendo, inclusive, reduzir os custos mensais envolvendo Cloud Computing.

Vale salientar que as escolhas não param na implementação; atualmente o conceito de Cloud Computing abrange modelos de serviços, conhecidos como as a service, os quais nós conheceremos a seguir.

IaaS, PaaS e SaaS: como essas siglas vêm mudando o mercado Cloud?

Assim como nos modelos de implementação, os tipos de Cloud Computing baseados em serviços são formados por 3 pilares, cada qual, segundo a Amazon AWS, representa uma pilha da computação em nuvem — por vezes são chamados assim porque são compilados um sobre o outro. São eles:

  • IaaS (Infrastructure as a Service, ou Infraestrutura como Serviço);

  • PaaS (Platform as a Service, ou Plataforma como Serviço); e

  • SaaS (Software as a Service, ou Software como Serviço).

Até pouco tempo atrás, era difícil nos depararmos com essas siglas, hoje tão comuns no universo corporativo de TI, o que nos leva à noção de como o Cloud Computing evoluiu recentemente. Mas o que elas indicam além do tipo de serviço a ser fornecido? Vamos a uma breve apresentação.

Infrastructure as a Service

A Infraestrutura como Serviço, mais conhecida como IaaS, é considerada o primeiro tipo de Cloud Computing, sendo ela composta pelos recursos básicos dessa tecnologia — como o fornecimento de acesso, virtual ou via hardware dedicado, a recursos computacionais.

Na prática, o IaaS permite às empresas alugar uma infraestrutura de TI de um provedor — servidores em Cloud, máquinas virtuais e sistemas operacionais, por exemplo — sob demanda. Embora a infraestrutura seja adquirida como serviço, quem gerencia os recursos contratados é a própria empresa.

Platform as a Service

Na segunda camada da pilha, temos a PaaS. Trata-se de um serviço de Cloud muito utilizado em ambientes de desenvolvimento, pois concede aos programadores ferramentas que possibilitam criar, testar e hospedar, via internet, aplicativos web ou móveis.

Além dessa vantagem, a Plataforma como Serviço torna o processo de desenvolvimento mais rápido e eficiente, já que não é preciso gerenciar a estrutura de hardware e sistemas operacionais (planejamento de capacidade, aquisições, patching etc.), direcionando o foco para as aplicações.

Software as a Service

Terceiro modelo de Cloud Computing, o Software como Serviço, também chamado SaaS, consiste na entrega de um produto de software via web (acessado no navegador), hospedado e gerenciado pelo provedor, de modo que a contratante apenas se responsabilize pela utilização do programa.

Imaginemos, por exemplo, no que implica a aquisição de um software corporativo. O que veio à sua mente? Decerto, atualizações, licenças, implementações, entre outros processos necessários para mantê-lo funcionando.

Em SaaS, a empresa não precisa se preocupar com nada disso; o provedor é quem se certifica de manter o software dentro dos conformes, cabendo ao cliente somente pensar em como aproveitá-lo da melhor maneira possível.

De modo geral, o SaaS fornece às empresas os seguintes benefícios:

  • o software pode ser usado a qualquer hora ou lugar;

  • a tecnologia é compatível com mobile;

  • o sistema sempre estará atualizado; e

  • as licenças são claras e flexíveis.

Não por acaso, o crescimento na adoção do SaaS é uma realidade — e a tendência é que mais empresas invistam, visto que os custos estão diminuindo.

Entenda como a nuvem auxilia na segurança e escalabilidade do negócio

Os problemas

Normalmente, empresas de pequeno e médio porte se deparam com dois problemas comuns envolvendo a TI: segurança e escalabilidade.

A primeira delas é uma preocupação constante, principalmente para empresas que não têm um departamento de TI com equipe de segurança da informação.

Por sua vez, a escalabilidade está ligada à provisão da empresa em relação ao seu crescimento. Por exemplo, não é fácil investir na aquisição de infraestrutura de TI sem saber, ao certo, quais recursos serão necessários para que ela suporte as futuras (e imprevisíveis) demandas. Diante dessas situações, a nuvem está consolidada como ótima alternativa.

A nuvem como recurso de segurança

Na questão da segurança, por exemplo, uma organização que não pode sustentar um departamento de TI, ao optar pela nuvem, acrescenta uma camada de segurança que é protegida pelo provedor — que assume a responsabilidade.

Um exemplo típico é a contratação de SaaS; em vez de a empresa manter um sistema e cuidar de sua manutenção, bem como dos mecanismos de segurança, ela apenas se preocupa em conceder acesso a pessoas autorizadas — todos os dados permanecerão no ambiente de nuvem gerenciado pelo provedor.

Outro fator que contribui para a segurança dos dados são as aplicações disponíveis para tal, como o de backup em nuvem, capaz de proteger dados e arquivos da empresa contra qualquer tipo de perda ou acidente — no caso do backup, por ser automatizado, nenhum dado importante fica excluído.

A nuvem como recurso de flexibilidade

Um dos benefícios mais conhecidos da computação em nuvem é, sem dúvidas, a escalabilidade. Definimos escalabilidade como a capacidade que uma infraestrutura tem para adaptar-se ao crescimento de demanda, ou seja, a sua elasticidade para atender às necessidades do usuário.

Ao contratar um fornecedor de Cloud Computing, a empresa já ganha uma vantagem: o gestor não tem que estimar a quantidade de recursos a serem utilizados. Isso evita, por exemplo, que se pague mais por uma capacidade desnecessária.

Logo, assim que o negócio migrar para a nuvem, todos os recursos poderão ser ajustados por meio de um painel, portanto, independentemente da diminuição ou aumento de demanda, a empresa não sai no prejuízo.

4 fatores de redução de custos ao investir em um SaaS

1. Investimento inicial

Tudo que a sua empresa precisará para ter acesso ao software é de um dispositivo (podendo este ser móvel) conectado à internet, ou seja, todos os recursos físicos para rodar o software são fornecidos virtualmente pelo provedor.

2. Despesas com licenças

Ao investir em SaaS, gerenciar as licenças de software deixa de ser um problema. Em vez de pagar por uma licença válida por tempo determinado, pague somente pelo uso do programa — o que, no final das contas, gerará muita economia.

3. Custos operacionais, impostos e distribuição

Diferentemente de quando se adquire um produto de prateleira, por exemplo, não está embutida no valor final uma série de despesas, tais como com embalagem, impostos e distribuição.

Em SaaS, a empresa deixa de arcar com a maior parte desses custos, o que faz os preços de consumo significativamente menores.

4. Upgrades

Embora a empresa venha a utilizar somente produtos de software de ponta, isto é, versões atualizadas e recentes, ela não terá de bancar os custos relativos à aquisição de novos e mais completos sistemas; é contar com o melhor sem pagar mais por isso.

Como garantir a segurança com a nuvem?

A migração para a nuvem exige, acima de tudo, que a empresa reavalie a parte de segurança, garantindo que a implementação seja realizada corretamente. Em outras palavras, mesmo com a nuvem pública, a proteção dos dados não é de inteira responsabilidade do provedor.

Mas como preparar o ambiente para a nuvem? O primeiro passo é conhecer as ameaças que cercam a sua TI, sendo elas as perdas de:

  • confidencialidade;

  • integridade; e

  • disponibilidade.

A perda de confidencialidade é a própria quebra de sigilo da informação, seja por uma ameaça interna (funcionário descuidado ou mal-intencionado), seja externa (crackers, malware, vírus etc.).

Quando ocorre a perda de integridade, significa que a eventual invasão ocasionou violação de dados, ou seja, o cibercriminoso, remotamente, fez alterações nos arquivos.

A perda de disponibilidade, por sua vez, é a indisponibilidade (frequente) dos servidores em Cloud, o que prejudica severamente o desempenho da equipe.

Portanto, a missão da empresa é evitar que essas ameaças interfiram na experiência com a nuvem — a qual tende a ser enriquecedora, contanto que haja segurança. Veja, a seguir, 3 dicas para proteger o seu ambiente Cloud.

1. Realize backup dos arquivos em tempo real

Os backups são imprescindíveis para garantir a integridade e disponibilidade dos dados, portanto, até com intuito de evitar falhas humanas, é recomendado que se invista em sistemas de backup automatizado, capazes de realizar cópias de segurança em tempo real — na nuvem, preferencialmente.

2. Mantenha sua equipe bem treinada

Sabendo que parte das ameaças à segurança dos dados é interna, isto é, decorrente de falhas ou ato ilegal de funcionários, promover treinamentos e campanhas de conscientização é um excelente meio de prevenção.

Por exemplo, a partir do momento em que o empregado toma ciência de suas responsabilidades, é orientado sobre os riscos de navegar em sites inapropriados, fazer downloads e outras práticas inadequadas e assina um termo de responsabilidade, é certo que o ambiente ficará muito mais seguro.

3. Garanta o SLA no contrato

SLA é uma sigla para Service Level Agreement (Acordo de Nível de Serviço, do português), que, basicamente, determina (e detalha) os níveis de serviço que devem ser respeitados, ou seja, o mínimo que o fornecedor tem de entregar ao cliente.

Esse é um importante requisito para garantir a alta disponibilidade da nuvem, pois, caso o índice mínimo não seja respeitado, o fornecedor é obrigado a pagar multa.

Por que muitas empresas têm optado pela nuvem privada?

A questão da nuvem privada é uma das mais recorrentes no assunto, pois há certa dúvida quanto ao modelo a ser adotado ou se uma solução híbrida atende melhor às suas necessidades. Logo, o que faz da nuvem privada a alternativa ideal? Vejamos 3 aspectos relevantes:

1. Segurança

Uma das implicações da migração para servidores Cloud é o armazenamento de dados online, o que, na nuvem pública, significa confiar a segurança de dados ao fornecedor contratado.

Não que isso seja sinônimo de insegurança, já que os maiores fornecedores de nuvem pública têm rígidas políticas e infraestrutura de segurança. O ponto é: dados sigilosos, cruciais para o negócio, são, preferencialmente, mantidos em seu data center interno — e protegidos por mecanismos de segurança próprios da empresa.

A nuvem privada possibilita que se faça isso, proporcionando todos os benefícios da nuvem com ênfase na segurança.

2. Gerenciamento

Contudo, os motivos para adoção da nuvem privada não se limitam à segurança; o aproveitamento da estrutura interna reflete autonomia no gerenciamento de TI, ou seja, torna a empresa independente de terceiros. Para companhias que sustentam um forte departamento de TI, tamanha liberdade agrega em agilidade e eficiência nas tomadas de decisões.

3. Custos

A nuvem pública é reconhecida pelo baixo custo, porém, a contratante pagará mais a cada vez que seus processos demandarem mais recursos do servidor em Cloud. Na nuvem privada, por sua vez, a escalabilidade não gera aumento de custos.

Provavelmente, você já ouviu falar sobre os custos de implementação da nuvem privada, que são mais elevados. Tal premissa é relativa, pois depende de quanto será preciso investir no data center; sendo a infraestrutura robusta, a viabilidade da nuvem privada é ainda maior.

Por exemplo, se a empresa tem provisionamento (certa estimativa da capacidade de Cloud suficiente), o investimento, por não ser contínuo — sem custos adicionais com escalabilidade —, será recuperado em longo prazo.

Reiteramos que a nuvem híbrida oferece outras possibilidades, inclusive na relação de custos, visto que as empresas podem usar a nuvem privada para armazenar dados sigilosos e aplicações de missão crítica, usando a pública para os demais. É uma ótima maneira de equilibrar os custos.

Como fazer a migração para a nuvem de maneira eficaz?

Defina o escopo do que será migrado para a nuvem

A primeira tarefa é definir o que será migrado para os servidores em Cloud. Faça um levantamento do que é vantajoso transferir, evitando, a princípio, dados e aplicações que não combinem com a arquitetura digital.

Procure um parceiro qualificado

A relação entre cliente e fornecedor deve ser de parceria, sendo assim, a confiança é o que deve norteá-la. Nesse sentido, busque por um parceiro que tenha sólida experiência no mercado, cuja expertise é comprovada por cases de sucesso.

Embora o processo de migração não ofereça tantas complicações, é evidente que há muita estratégia e planejamento envolvidos no processo. Portanto, é aconselhável que a parceira tenha condições de prestar consultoria para ajudar a tomar as melhores decisões.

Invista na equipe interna

Simplesmente, não há como medir o sucesso da migração para Cloud sem o olhar de quem entende do assunto, a ponto de identificar o que precisa ser corrigido, assegurar que os desejos da empresa tenham sido atendidos, solicitar customizações de serviço, entre outros.

Por isso, é aconselhável ter à disposição um time de TI preparado para gerenciar a prestação de serviço.

Monitore todas as etapas do processo

Por mais qualificado que o fornecedor seja, é importante que sua equipe interna monitore todos os procedimentos, para se certificar da preservação do legado e de que as mudanças estão atendendo às expectativas.

Para saber mais detalhes sobre o processo de migração para Cloud, recomendamos a leitura do nosso guia gratuito!

 

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